Uma pata do bezerro de ouro

Escrito por Jean Marcel Coutinho

Se você quer ler mais um relato indignado sobre as afirmações do cantor Thalles, aconselho a não perder seu tempo. Este texto não é uma de admoestação a um “levita”, “adorador”, “ministro”, “irmão”.  É um olhar para dentro, pra nós. Sim, eu e você, mesmo que não tenhamos aderido ao movimento do povo, e colocado as mãos no ouro, se somos corpo, estamos juntos nessa construção do bezerro de ouro. Isso posto, sem mimimis, nós igreja, pegamos o metal precioso e o jogamos fora em um ídolo.

Várias coisas ditas pelo artista são verdade. Não são a mais pura verdade, porquê a motivação talvez não seja pura. Mas sim, o mercado gospel tem baixa qualidade ou no mínimo medíocre. Ele falou sobre qualidade musical, conheço tantos, mas tantos músicos bons que não posso acreditar, mas cito a qualidade letrística, teológica e principalmente de intenção. Simplesmente porquê, assim como o mercado fonográfico tradicional, estamos compondo o que funciona, não o que é bom. Não vou citar exemplos, o foco não é amoestar A ou B, mas lembrar de nós mesmos. Se sai um hit que fala de chuva, todos falam de chuva e nós vamos lá e consumimos. Se alguém compõe em um estilo e funciona, todos vão lá e compõe igual. E nós? Nós consumimos.

Se um ministério fala devaneios heréticos, cria doutrinas que não existem na bíblia, mas o CD “edifica”, nós aceitamos, louvamos e colocamos nosso ouro ali também.
E mais, pagamos em peso de ouro sua presença em nosso meio. Quando digo ouro, não estou falando do dinheiro, mas do que Deus quis de nós quando nos criou, adoração.

Toda vez que colocamos esse ouro nesse ou naquele artista, conferencista, missionário ou pastor, os acostumamos a achar que merecem. Dia a dia, convite a convite, começa a ficar normal aceitar as honrarias. Criamos uma nova cultura cristã na qual um pouco de exaltação não faz mal a ninguém, quando a humildade deveria ser o foco. Uma cultura mercadológica baseada em ícones, que sustenta nosso desejo tribal de adorar algo, quando na verdade pertencemos a alguém que não divide sua glória. Nossa volúpia por ter o que há lá fora, ídolos musicais e outras celebridades, mas de um jeito “santo”.

Quando aceitamos todo esse aparato publicitário, quando os abordamos como tietes e paparazis, colocamos mais e mais ouro em cima dessas pessoas que começam a não enxergar mais a diferença entre mercado e música feita pra Deus, entre membros do corpo e ícones de adoração. Por mais que Thalles possa estar com os desejos errados, somos nós quem criamos uma atmosfera que permite que ele, como “artista gospel” exista. Thalles nunca teve a chance de ser um simples cantor que entoa as verdades do reino. Ele sempre foi um artista gospel. Ele não foi provocado a mudar sua atitude, pois aceitamos e, em certa medida, estimulamos sua jactância, orgulho e falta de noção de servidão ao lotarmos seus shows e pedirmos pelo amor de Deus para ele estar nos templos onde adoramos. Fizemos isso quando financiamos um mercado de música e criamos muitos outros ídolos com os quais Thalles se compara. Quando colocamos em outdoors que fulano ou cicrano estarão em tal lugar para atrair público.

Nesse contexto, Thalles diz que é melhor que a maioria dos músicos Gospel. Qual é sua base de comparação? Um site cristão ao criticá-lo, tentava diminuí-lo citando o quanto vende esse e aquele outro artista gospel. Essa é a base? Quem vende mais? Quem ganha mais dinheiro? Quem faz mais shows? Isso mostra que Thalles não é um problema, mas apenas um sintoma de uma igreja que hoje precisa esquecer da cultura do Egito, e, enquanto a figura de Moisés não volta, fincar os joelhos no chão e, sem a necessidade de aparatos, adorar ao Deus que os libertou. Para isso é preciso voltar a crer tão somente como na definição de fé que desde pequenos aprendemos na escola bíblica: “Fé e a certeza daquilo que não se vê” e hoje em dia talvez, do que não se ouve em ondas sonoras masterizadas na Califórnia.  

Thalles tem razão em parar de gravar para a igreja consumir. Pois se é pra ser ídolo os de lá são muito mais brilhantes e o mercado mais competitivo. Se é para ser tratado como deus que seja pelas sacerdotisas no Olimpo e não pela Noiva de Cristo.

Que Deus dê graça e sabedoria aos que trabalham com música e ainda não se renderam ao mercado construído em Sua casa. E nós, corpo, que reaprendamos a ouvir e cantar as canções e sermos suportes a quem é dado dons e talentos. Que não mais os exaltemos enquanto existem os holofotes e nem os condenemos  quando caem e mostram que são de barro como nós.

Antes do frigir dos ovos

Este é mais um daqueles textos que escrevo para os meus filhos, mas que acaba sendo aberto a todos. O ensino é antigo, mas me sinto na obrigação de deixar registrado como legado.

Meninos, quando forem usar ovos em suas aventuras culinárias, quebrem os ovos em uma vasilha à parte para não correrem o risco de estragar todo o prato com um ovo podre, de odor insuportável.

Mas é claro que, por trás dessa prática lição doméstica, há um ensino subjetivo importante.
Assim como um ovo ou outro poderá estar podre, algumas palavras que se formam em nossa mente também estarão. Tenham, portanto, o cuidado de verificar as palavras antes de jogá-las na frigideira, quero dizer, antes de jogá-las para fora, por meio da língua ou dos dedos em algum teclado, tela touch e qualquer outro meio interativo do futuro.

Estou repetindo o velho e gasto conselho: Pense antes de falar!

Estou quase chegando na faixa dos quarenta anos e ainda tenho dificuldade de praticar este ensino e por isso tenho buscado metáforas que me permitam cristalizá-lo em minha consciência de modo prático e ágil. Então, ao jogar um ovo podre no óleo quente da frigideira, me veio esta simples metáfora: Quebre os ovos numa vasilha. Gravem esta imagem, registrem essa simples ação em suas mentes e, por favor, avaliem suas palavras antes de falar. Avaliem os possíveis receptores desta informação e a repercussão que estas palavras podem causar neles e também a repercussão que eles podem fazer com suas palavras. Avaliem também as suas próprias intenções, antes de proferir suas palavras, pois algumas delas podem parecer inofensivas, mas estão carregadas de maldade e foram formadas tendo como base preconceito e medo. Eu sei que falando assim parece uma atitude neurótica, mas é algo importante que irá lhes poupar de muitos aborrecimentos e tristezas.

Existem zilhões de ditados e ensinos populares de muitas culturas e línguas que repetem este ensino que estou registrando, mas gostaria de deixar o ensino Bíblico, presente na carta de Tiago, para que também fique registrado em suas memórias:


...
"Todos tropeçamos de muitas maneiras.
Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito,
sendo também capaz de dominar todo o seu corpo.
Quando colocamos freios na boca dos cavalos para que eles nos obedeçam,
podemos controlar o animal todo.
Tomem também como exemplo os navios;
embora sejam tão grandes e impelidos por fortes ventos,
são dirigidos por um leme muito pequeno, conforme a vontade do piloto.
Semelhantemente, a língua é um pequeno órgão do corpo,
mas se vangloria de grandes coisas.
Vejam como um grande bosque é incendiado por uma simples fagulha.
Assim também, a língua é um fogo; é um mundo de iniqüidade.
Colocada entre os membros do nosso corpo, contamina a pessoa por inteiro,
incendeia todo o curso de sua vida, sendo ela mesma incendiada pelo inferno.
Toda espécie de animais, aves, répteis e criaturas do mar
doma-se e é domada pela espécie humana;
a língua, porém, ninguém consegue domar.
É um mal incontrolável, cheio de veneno mortífero.
Com a língua bendizemos ao Senhor e Pai,
e com ela amaldiçoamos os homens,
feitos à semelhança de Deus.
Da mesma boca procedem bênção e maldição.
Meus irmãos, não pode ser assim!"

Tiago 3:2-10

...

Meninos, espero que vocês possar ler e reler estas mensagens no futuro.
Deixo aqui uma canção que resume meu propósito de vida neste momento.


"Nas mãos de Deus derrama a sua vida
Que trocaria pela salvação
De cada membro de sua família
E esta é a herança que deixou"
Os Arrais


Daqui de cima


Texto e Foto por Anderson Vieira

Quando tirei esta foto estava em uma de minhas viagens a trabalho. O que me surpreendeu nesta foto, além da beleza desta imensidão e de pequenos cumes de montanhas, na realidade nada pequenos, foi o que havia abaixo destas nuvens. Difícil acreditar, mas estas nuvens são de uma tempestade que se formava! Como é possível uma assustadora tempestade vista debaixo, sob ótica humana, ser tão incrível vista de cima? O que era assustador enquanto o avião decolava se revelou algo deslumbrante quando cruzamos as carregadas nuvens, à medida em que o avião ganhava altitude.

Naquele momento me veio este versículo à mente: "Os céus proclamam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos." (Salmos 19; 1). Então tudo o que pensei foi na tempestade, vista de diferentes formas e diferentes perspectivas. O apostolo Paulo disse uma vez que "por amor de Cristo (...) quando estou fraco é que sou forte". Isto significa que o processo de transformação vem com a tempestade. Se queremos fortalecer nossa fé, fortalecer nossas convicções guardadas no coração, temos que estar preparados para tempestades, para nos sentirmos fracos e vulneráveis.

Amigo mais chegado que irmão

Por Tiago Lara

Há um misticismo quando falamos em amizades, não sei ao certo, mas elas aparecem como mágica, as vezes em um boteco tomando uma cerveja você troca uma ideia com alguém e de repente, sem planejar nada, algo acontece e a pessoa acaba sendo padrinho do seu casamento. Das amizades saem várias coisas, uma das minhas amizades surgiu o encontro com minha esposa, uma grande amiga planejou tudo e quase não deu certo, mas acabou em casamento. Que também é estranho, pois o casamento é o ápice da amizade, companheirismo, comunhão, etc.

A partir desse casamento outras amizades surgiram. Acho incrível essa força que o casamento tem, de misticamente dobrar o número de amigos. Digo amigos mesmo, aqueles que você admira, que quer fazer coisas juntos, que sente falta, que discorda e concorda. Sabe do que eu to falando?

Secreções

ATENÇÃO! Este não é um texto edificante, pelo contrário, é só uma secreção. Se estiver precisando de um texto "positivo", tenho mais de cem textos neste blog que podem te ajudar. Este é só um texto de mim para mim mesmo que teve a petulância de se tornar público, afinal, secreções não deveriam ser publicadas. Este texto também não é recomendado para pessoas de estomago fraco e nem para cristãos neófitos e superficiais.

Entrei no banheiro do quarto do hospital onde meu amado Tio Fernando estava internado e chorei. Minto, eu vomitei lágrimas dos olhos e ranhos do nariz. Aquilo tudo saiu sem controle e em grande quantidade e então cessou. Saí do banheiro, me aproximei do leito onde meu tio estava, ouvi suas últimas palavras e vi ele morrer ali mesmo. Outros parentes e amigos choraram ao redor do leito, porém, eu não chorei mais, pois já havia esgotado minhas secreções. Aprendi que meu corpo sempre lidará assim com secreções, de modo exagerado e repentino.

Tua vontade

Cristão, personagem do livro
"O peregrino" um clássico da
literatura de John Bunyan
publicado em 1678
Tenho assistido a série - Game of Thrones - uma superprodução global, recheada com uma rica trama, muitas cenas fortes de sexo e violência, porém, o que mais me chamou atenção, dentro daquele contexto de ficção medieval, foi o fato de que a maioria dos personagens não possuem controle sobre suas próprias vidas. São servos, servas, escravos, cavaleiros guerreiros, prostitutas e bastardos, todos súditos de algum nobre lorde ou do próprio rei. Alguns deles, inclusive, oferecem sua vida de modo espontâneo para algum senhor, tornando-se propriedade para satisfazer os seus desejos, por mais nefastos que eles sejam.

Este tipo de situação é muito indigesta para nós, tripulantes desta pós-modernidade, onde parece que nosso esforço maior está justamente na luta pela liberdade, autonomia e autossuficiência. Queremos ser donos do nosso próprio nariz, mesmo quando ainda não temos a mínima estrutura para isso. Não gostamos de nos submeter a nenhum tipo de regra ou hierarquia, seja no âmbito pessoal ou institucional.

Raiz de amargura

A alma humana aprende, se transforma e avança por meio de metáforas. Novos conceitos são agregados por este recurso valioso da linguagem. O apóstolo Paulo fez muito uso das metáforas em suas cartas às igrejas do primeiro século. Uma delas me chamou a atenção nos últimos dias. A metáfora da raiz de amargura, registrada na carta aos Hebreus:

“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.” Hebreus 12:15

Nesta metáfora, o jardim representa a própria vida pessoal e social, na qual cultivamos uma variedade de plantas. Flores que nos trazem cor e alegria, frutos e vegetais que nos trazem sustento e saúde. Porém, entre estas plantas, Paulo nos adverte que podem surgir plantas inúteis que não trazem alegria, muito menos saúde. Elas não nos dão nada e ainda tomam as forças das plantas que nos fazem tão bem.

Anima e Mulher


Dizem que todo homem tem sua porção mulher. Na verdade, esta é mais uma das teorias de Carl G. Jung que se tornou popular. Em sua teoria ele afirma que todo homem tem em si um arquétipo chamado anima no qual está contido esta imagem feminina.

 “A anima, sendo feminina, é a figura que compensa a consciência masculina. Na mulher, a figura compensadora é de caráter masculino, e pode ser designada pelo nome de animus”. (Obras Completas C. G. Jung, Vol.VII, §328).

Apesar desta porção mulher, os homens nunca saberão o que é ser uma mulher, pois esta imagem será sempre incompleta e rasa. Precisamos conhecer o símbolo e depois quebrá-lo para conhecer as mulheres que nos rodeiam: mães, irmãs, filhas, amigas e avós, como de fato elas são.

Caso o homem consiga integrar esta imagem à sua consciência isso trará benefícios como sensibilidade, intuição, afetividade, paciência, flexibilidade e muitos outros. Este tem sido o desafio do homem, em seu mundo interior e também no mundo exterior, palpável e objetivo: Trazer à tona todo valor que a mulher tem e todo benefício que a feminilidade pode trazer a estes dois mundos.


É nesta aventura que me encontro hoje, de diferenciar minha imagem, daquilo que realmente minha esposa é em toda sua simples complexidade, em toda sua forte sensibilidade, pois é desta divergência que se faz uma mulher real.

Perfume caro

Vários registros, nos quatro evangelhos, mostram que Jesus ensinava seus discípulos sobre o dever de ajudar aos mais necessitados, aos pobres, aqueles que estão enfermos ou famintos. Provavelmente, por conta destes ensinos, os discípulos de Jesus censuraram aquela mulher de Betânia que derramou um vaso de alabastro, um perfume muito caro, sobre os cabelos de Jesus. Segundo o próprio ensino de Cristo, aquele perfume caro poderia ser vendido e transformado em recurso para ajudar muitos necessitados.

Entretanto, Jesus repreendeu seus discípulos ao afirmar que a ação da mulher estava correta, pois naquele contexto, na iminência de sua morte sacrificial, aquele “desperdício” foi justificado por ter sido um ato propício de reverencia e adoração. Uma respeitosa despedida.

Asas e Gaiolas


"Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. 

Deixaram de ser pássaros. 
Porque a essência dos pássaros é o voo.

Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. 

O voo não pode ser ensinado. 
Só pode ser encorajado."

Rubem Alves

Só o Suficiente

Neste início de ano, tenho sentido claramente a presença de Deus em minha vida e em minha família. Nos mínimos detalhes, ele tem se revelado atuante e presente.

Ao ler este primeiro parágrafo, você pode ter concluído que tudo vai bem comigo e com minha família. Que Deus tem abençoado tudo que fazemos e que, por isso, não temos problemas. Se estou certo, você está errado, porque não é exatamente isso que quis dizer.

Se você voltar a ler o primeiro parágrafo vai perceber que a única afirmação que fiz é que Deus tem sido presente. Não disse que tudo vai bem, nem que todos os planos estão dando certo. A presença de Deus não implica, necessariamente, ausência de perigos e problemas. A Sua Santa presença não nos abstém das adversidades e intempéries da vida real.

Oh Tempo rei!?

Há cerca de 2.730 anos, Acaz foi rei de Judá.
Ele reinou apenas uns 16 anos que foram atribulados por muitas batalhas e invasões. Neste mesmo período, Isaías foi profeta e no meio de uma destas tribulações, na eminência de uma invasão inimiga, Deus envia a Isaías esta mensagem a respeito do Messias, mais conhecido como Cristo Jesus:

Por isso o Senhor mesmo lhes dará um sinal: a virgem ficará grávida e dará à luz um filho, e o chamará Emanuel. - Isaías 7:14

Fico a imaginar o semblante do Rei Acaz após ouvir aquelas palavras de Isaías.
Uma virgem? Um menino? Como? Quando?
Ora, quando! Daqui há apenas 750 anos. Não, Isaías não recebeu essa informação, mas se tivesse recebido, Acaz poderia questionar: O que isso tem a ver comigo? Estarei morto daqui há algumas décadas. Todos nós estaremos!

Ledo Engano

A tal Black Friday chegou de novo aqui nas terras Tupi e mesmo com todo receio de que o Brasil vai sucumbir, financeiramente, em 2015, todos nós fomos às compras, seja na internet, seja nas antigas e ultrapassadas lojas físicas com seus inconvenientes vendedores.
Lá estava eu e a patroa, em um Shopping de Campinas, tentando filar algum super desconto. Com uma superficial olhada nas lojas, já é possível entender que não há nada de super na sexta-feira negra do Brasil. São as mesmas promoções de sempre, na qual a margem de lucro dos lojistas fica bem protegida da voracidade dos consumidores.

Vídeo de Lançamento do Livro Transformai-vos

Confiram este vídeo especial gravado e editado com carinho pelo meu amigo e irmão de fé, Anderson Vieira, que passa um gostinho de como foi especial o Lançamento do Livro Transformai-vos.