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Somos um

Nestes dias de fim de ano me dei conta de algo muito óbvio que até então não havia notado.
Apesar da enorme quantidade e diversidade de pessoas que vivem aglomeradas nestas duas grandes cidades que estou vivendo, as vidas são muito semelhantes. Peguei um ônibus para ir ao amigo secreto do serviço, ainda sem presente e preocupado com a cesta de natal que precisava buscar antes do término do prazo de retirada, quando consegui escapar por um minuto das minhas ansiedades então olhei a minha volta e vi que a maioria das pessoas carregavam um presente de amigo secreto e uma cesta de natal da empresa, enquanto outras com as mãos vazias como eu, conversavam sobre as mesmas preocupações.
O mais estranho é que de cara me senti frustrado por ser tão igual. Mas refletindo por alguns minutos me senti satisfeito por poder carregar minha humilde folhinha e fazer parte desse enorme e desordenado formigueiro.
Na noite da virada pude sentir mais uma vez aquel sensação de medo misturada com euforia que que sinto em toda passagem de ano porém dessa vez também percebi que este sentimento é global. Mais uma vez me senti bem! Afinal essa é uma lição que aprendi no ano que se passou. Em todo tempo estamos diante de situações em que nós é dada a opção de rir ou de chorar, de se alegrar ou se entristecer, de se render ou de lutar. Pra se viver bem basta estar bem ciente do contexto e escolher a melhor opção.


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