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O Poste e a Lanterna


Era uma vez um povo que vivia numa cidade escura.
Lá não havia dia, só a escuridão de uma noite sem luar.
Mas nesta cidade havia um único poste de luz.
Alguns se sentiam seguros vivendo debaixo dele.
Muitos outros não conheciam o poste e viviam no escuro;
outros ainda o conheciam mas se acostumaram com o breu.

Certo dia um forasteiro chegou na cidade,
caminhou, tateando no escuro, como todos faziam lá.
Se aproximou dos que viviam debaixo do poste
e retirou de seu paletó um objeto desconhecido por eles.
Ele ligou o objeto e apontou sua luz na direção deles.
Era uma simples lanterna.

Aquele homem desconhecido começou a retirar lanternas de seu paletó
e distribuiu a todos os que viviam debaixo do poste.
Todos ficaram maravilhados com aquela luz portátil em suas mãos
e apontavam, alegres, as luzes em todas as direções.
O forasteiro levantou-se e acenou chamando todos para sair dali.
Eles olharam para a lanterna em suas mãos, em seguida para o poste de luz
e decidiram ficar pois estavam acostumados demais com a luz do velho poste.

O forasteiro se entristeceu profundamente.
Deu as costas para aqueles e partiu.
Caminhou até sua luz desaparecer da vista deles,
levando esta Luz aos outros que ainda viviam na escuridão
porque esta era sua missão.

Quem tem ouvidos para ouvir, ouça.
Quem tem olhos para ver, veja.
Quem tem mente para entender, entenda.
Quem tem fé para fazer, faça.
Transformai-vos!

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2 comentários :

  1. Alegoria perfeita. Por favor, vamos fazer uma animação disso.

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  2. Pensei nisso enquanto escrevia Jean!
    tudo em P/B e mudo...
    Vamos?

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